Poderia descrever em detalhes a loucura que foi a minha vida esse ano. Mas acho que para um post sobre loucura, a subjetividade é quase uma regra.
Alias, regras.
A regra é a base de toda a loucura. A regra te mantém seguro, no seu casulo, sua bolha, seu mundo.
Quando algo vêm de te estoura a bolha de sabão na qual você vivia dentro o medo é tão grande do mundo lá fora que a única saída é a loucura.
A minha loucura no caso foi tentar ser normal, feliz...
"Eu não gosto do bom gosto. Eu não gosto do bom senso. Eu não gosto dos bons modos, não gosto."
Acho tão lindo a sensibilidade dos seres extraños, os sorrisos bobos, as piadas tolas. Seu jeito de dizer pro mundo, "foda-se eu to aqui pra viver como eu quero"
Mas não, eu enlouqueci..
Tentei ser normal:
estudar, trabalhar, amar, viver e morrer.
Minha loucura me custou um preço, o preço da minha inocência de não saber como é esse mundo.
Mundo cruel, matando os meus sonhos como se mata formigas que vão em direção ao pote de açúcar.
Se odeio é por que amei
Se amei é por que odiei
Se sorri é por que chorei
Se chorei é por que sorri
A minha loucura é a sua lucidez
A minha lucidez é a sua loucura
"Toda força tem uma outra força oposta e proporcional"
Se tu és razão eu sou emoção.
"Y en empezar a dar amor de nuevo
Y empezar a dar amor de nuevo
Y empezar a dar amor y a recibirlo si estás dispuesto a darlo
Y empezar a ver mejor que estas buscando esos seres extraños"
Em caso de excesso de loucura, loucure-se mais.
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