É pois é,
Eu não tenho postado no blog. É muita coisa acontecendo esse ano que eu tenho medo de postar.
Se expor é uma coisa boa e ruim ao mesmo tempo. É bom no sentido de que muita gente olha pra mim e diz "você tem uma vida perfeita, pq está depressiva?". Oras, se minha vida fosse perfeita eu não estaria depressiva. Não é obvio?
Portanto as vezes se abrir publicamente faz as pessoas parem com essa pressão de que eu tenho que ser feliz.
alias isso já foi tema de alguns posts meus aqui. O lado ruim de se abrir publicamente é todo mundo te taxando de sensível, mimada. Que alias sobre esse assunto eu pretendo fazer um post, mas por agora só leiam essa
reportagem.
Enfim, na dúvida eu escolhi ficar em silêncio. Evitando assim qualquer pré-conceito sobre o que eu ando passando.
Mas na minha busca de melhorar eu encontrei um amigo. Não me lembro como eu conheci ele, muito menos como nós começamos a conversar. Mas uma coisa é fato, nós não temos uma vida em comum. Mesmo assim ele
ainda não sei pq, acho que eu sou meio que uma cobaia pra ele resolveu a me ajudar a achar e resolver os meus problemas inconscientes por meio de uma análise, que segue a corrente do psiquiatra fundador da psicologia analítica
Jung. Claro que é algo mais amador por parte dele pois não é psicólogo, mas um grande estudioso do tema. Nessa análise nós discutimos sonhos bizarros que o meu inconsciente me mostra.
E por fim chegamos onde eu quero chegar, ele me pediu para escrever uma história. Qualquer uma, que viesse a cabeça e o mais legal, não precisa fazer sentido.
como ele mesmo descreveu que essa seria a parte mais divertida pra mim. hahaha. Não, eu não escrevi a história ainda. Mas na hora que ele me falou isso eu lembrei de uma história que eu escrevi no colégio e que todo mundo ficou muito impressionado com a complexidade de sentimentos que uma garota de 14 anos escreveu. Então eu dei uma olhada na minha caixa de cartas
que alias isso merece outro post e achei. Nessa época eu estava consolidando a minha personalidade depressiva que vinha desde os meus 11 anos. E sim, claro eu ainda me assusto com essas coisas. Vejo meninas de 14 anos pensando em tanta superficialidade e eu como sempre
aquariana remando contra a maré. Espero que gostem e não liguem para o português, ele já não é bom hoje. Imagina há 10 anos atras. E me desculpem não ter tempo para transcrever o conteúdo aqui.
Elisa Brenner era o meu nome de guerra no Colégio Militar.
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